19/10/2011
Projetos de restauro e de segurança do Mercado Público de Itajaí já estão prontos
A Fundação Cultural de Itajaí já apresentou e protocolou o projeto preventivo de segurança do Mercado Público Municipal. A medida, que atende a ação movida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), foi cumprida antes do prazo estabelecido, que era de 30 dias. “Em menos de uma semana após a notificação, a Fundação Cultural entregou ao Corpo de Bombeiros o projeto preventivo de segurança. Estamos aguardando a desocupação do local pela Justiça para iniciarmos as obras, que devem ser concluídas até março, antes da Regata Volvo Ocean Race”, informa o superintendente da Fundação Cultural de Itajaí, José Amádio Russi.
Além das medidas de prevenção, a Fundação Cultural já elaborou o projeto de restauro do Mercado, que neste momento, não era uma das exigências do Ministério Público. O projeto será encaminhado ao Conselho de Patrimônio Cultural de Itajaí e também para a Fundação Catarinense de Cultura para aprovação.
Em breve, a Fundação abrirá o processo licitatório para a ocupação legal deste espaço que é público. Poderá participar da licitação qualquer pessoa habilitada, inclusive os atuais permissionários.
A ação civil pública, que interdita o Mercado Público de Itajaí foi requerida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) no dia 03 de outubro. O motivo apontado pela 10ª promotoria de Justiça da Comarca de Itajaí para a interdição foram os laudos apresentados pelo Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e Defesa Civil, que indicaram a falta de adequação às normas de segurança, alvará de funcionamento, alvará sanitário, alvará do Corpo de Bombeiros, projeto preventivo de incêndio e habite-se.
Segundo a decisão do Juízo da Vara da Fazenda Pública da Comarca de Itajaí, são evidentes os riscos a que estão sujeitas as pessoas que diariamente freqüentam o local, principalmente no que tange à saúde e segurança. Neste sentido, os permissionários estão obrigados, pela Justiça a desocupar o local.
Fonte: Prefeitura de Itajaí
13/09/2011
Encontro na UFSC reflete os conceitos de Paisagem Cultural
O PósARQ-UFSC, através do Grupo de Pesquisa Desenho Urbano e Paisagem – INFOARQ, estará realizando o I Encontro Internacional de Paisagem Cultural no dia 19 de setembro de 2011.
A realização do evento é uma iniciativa em âmbito acadêmico, que visa contribuir aos debates sobre a recentemente implementada chancela da Paisagem Cultural Brasileira definida como: “uma porção peculiar do território nacional, representativa do processo de interação do homem com o meio natural, à qual a vida e a ciência humana imprimiram marcas ou atribuíram valores. ”30/08/2011
Manifesto pela originalidade: Não, a Estátua da Liberdade não é Arte Catarina!
25/08/2011
Restauração: registros da intervenção de uma obra
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| Perdas pontuais de suporte e camada pictórica causadas por ataque de xilófagos |
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| Acúmulo de poeira na superfície da pintura |
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| Consolidação da camada pictórica |
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| Exame com luz ultra violeta |
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| Limpeza química da camada pictórica |
| Limpeza química |
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| Bastões de encáustica com pigmentos correspondentes às áreas de falta |
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| Preenchimento das lacunas com encáustica |
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| Alguns materiais usados na intervenção: água deionizada, cera-resina, cola de coelho |
04/03/2011
Interferências na paisagem urbana: Complexo Multiuso Itajaí Nações Unidas
08/01/2011
Para recuperar a Dide Brandão: Laudo vai determinar continuidade das obras de restauro da Casa da Cultura

28/12/2010
Negativos de vidro: escanear para preservar a memória

Outros resultados:

24/12/2010
Descobrindo imagens no Arquivo Histórico de Balneário Camboriú




03/12/2010
Dá para pensar arquitetura sem obra de arte? Pois em Balneário Camboriú...
Ficam as opiniões de duas catarinas, publicadas no site WWW.FABIANALANGAROLOOS.COM.BR
Lei das obras de arte nas fachadas virou “lei de fachada”
por Fabiana Langaro Loos (Fabulando - Jornal Página 3)

A indignação não é apenas dos artistas plásticos de Balneário Camboriú. Está em andamento no Ministério Público um processo iniciado pela FAAPSC - Federação das Associações de Artistas Plásticos de Santa Catarina, pedindo o cumprimento da Lei Ordinária de Balneário Camboriú/SC nº 2.524 de 19/12/2005 que versa sobre a colocação de obras de arte nas fachadas dos prédios. Infelizmente, ela não vem sendo cumprida há muito tempo. Uma cidade que investe pesado na construção civil, pouco se importa com arte e cultura. Outras cidades levam esse tipo de lei a sério e outras tantas tentam copiá-la para ser colocada em prática. Porém, em Balneário Camboriú ainda corre o risco de ser revogada, ou seja, um grande retrocesso para o município. A colocação de uma obra de arte na fachada ou jardins de uma edificação é uma contrapartida social à comunidade e aos visitantes, com acesso democrático à produção artística contemporânea, como um museu a céu aberto, ainda mais quando se fala de uma cidade turística. A quem mais recorrer? As construtoras sempre se esquivam com a desculpa que desconhecem a lei. O “habite-se” é concedido tendo em vista outros itens considerados importantes, e a arte é mais uma vez esquecida. Uma pena, uma vergonha.
Lilian Martins disse:
Muito mais que conhecimento, aplicação e fiscalização da lei, o que nos falta, é educação estética. Em todo lugar, durante toda a história da humanidade, a arte e a arquitetura sempre caminharam lado a lado. Pergunto-me que tipo de formação os arquitetos estão tendo, para não incluir em seus projetos objetos de arte. É comum vermos, por exemplo, ao invés de quadros, colocarem reproduções em papel comerciais equivocadamente chamadas de “gravuras”, que podem até “combinar” muito bem com o ambiente, porém sem trazer reflexão alguma ao espaço destinado ao convívio social. O objeto artístico estabelece uma relação íntima com quem o aprecia, promove reflexão, dialoga emocionalmente. No caso das obras de arte nas fachadas ou jardins dos prédios, compõem a paisagem, atenuando o impacto da ocupação verticalizada. Colocar obras de arte nas áreas de convívio deveria ser prática usual, tão certa quanto observar as questões de impacto ambiental e segurança… é uma pena que tenha que ser por força de lei.
Somos uma cidade bebê num país jovem. Engatinhamos na busca de uma identidade cultural local. Cabe ao construtor escolher que imagem quer associar ao seu empreendimento, ao escolher obras de arte de qualidade. E o valor da obra de arte é mais relativo à sua significância estética e histórica, do que com sua dimensão, material ou preço.
Tenho que lembrar, assim, os artistas são incubidos de uma grande responsabilidade ética, produzindo obras autorais, baseadas em pesquisa e com linguagem própria, com materiais duráveis, apresentando propostas viáveis e com preços condizentes. Congrego das opiniões de Samson Flexor, que quando o artista aceita uma encomenda, seja uma tela ou um mural, deve ter a capacidade suficiente para fazer obra de arte dentro das condições do que lhe é pedido. Flexor afirma que a grande obra de arte reflete a realidade em movimento, supera sempre as condições objetivas, ou as intenções subjetivas que lhe deram origem, e nisso reside sua liberdade.
Li a poucos dias uma reportagem sobre Recife, que tem a lei mais antiga do Brasil (numa busca rápida ao google acha). Hoje a cidade conta com mais de 2.500 obras ao céu aberto, como um grande museu ao ar livre, com obras de Brennand e outros artistas, acessíveis a toda a comunidade e visitantes.
Leis desta natureza funcionam muito bem em muitas cidades do mundo, e estabelecem-se como política pública, pois todos ganham: o construtor agrega valor ao seu empreendimento e isso reflete-se economicamente; a paisagem ganha beleza; a cidade fica mais atrativa turisticamente; o mercado de arte é fortalecido, e o mais importante, o acesso democrático e incondicional à apreciação da arte.
Muita arte para todos nós!
Lilian Martins
Artista Plástica e Restauradora
30/09/2010
Argamassa de bactérias: uso de biomineralização na conservação de monumentos históricos

28/09/2010
“A conservação preventiva da herança documental em climas tropicais: uma bibliografia anotada”
A publicação portuguesa, além de trazer os conceitos básicos de preservação e conservação, apresenta vasta bibliografia.
Disponível em http://purl.pt/13853/1/
Trecho da apresentação de Maria Luísa Cabral:
"Em sessenta anos de ciência da conservação muita coisa mudou; a complementaridade que registamos com este livro é seguramente uma mudança maior. Por outro lado, ter a possibilidade de dispor dum manual deste tipo para toda a comunidade de língua portuguesa, constituía um desafio enorme, profissionalmente muito compensador. (…) Também devo sublinhar que a tradução deste livro é duplamente oportuna. Do ponto de vista da orientação científica porque nunca é demais explicar e divulgar que as instituições, e os seus profissionais, devem optar pela conservação preventiva. Não há mais tempo, dinheiro ou perícia humana suficientes para os cuidados que a vasta massa documental exige. Esta ideia tem de solidificar
desde a primeira decisão ou, como diz o autor, não fosse um bom edifício a primeira linha de defesa."
22/07/2010
Restaurada, 'Vênus' ganha sala maior

AFP - O Estado de S.Paulo
O museu reorganizou toda a ala de arte grega clássica, onde estão as obras criadas entre os anos 450 a 30 a.C., para acomodar a hóspede. O objetivo foi proporcionar melhores condições aos 8,5 milhões de visitantes anuais do Louvre (número recorde, atingido em 2009).
Uma das estrelas da casa, ao lado da Monalisa, a Vênus foi encontrada por um camponês em 1820 em Milo, nas Ilhas Cíclades. A famosa estátua desprovida de braços data de 120 a.C.. Foi comprada pela França em 1821, quando a Grécia estava sob o domínio otomano.
Segundo Jean-Luc Martinez, diretor do Departamento de Antiguidades Gregas, Etruscas e Romanas do Louvre, a estrutura da Vênus foi checada em uma gamagrafia (que utiliza raios gama) antes de a escultura ser movida. Em seu último deslocamento, em 1964, para uma viagem ao Japão, os dois blocos principais da escultura se moveram. A estátua é considerada frágil, por causa do longo tempo em que ficou exposta em áreas externas.
O Louvre planeja para 2012 a restauração da também famosa Vitória de Samotrácia."

Découverte en avril 1820 à Mélos (ou Milo) dans l’archipel des Cyclades en Grèce, cette statue représenterait Aphrodite, déesse de l’Amour que les Romains appelaient Vénus. Chef-d’œuvre de la sculpture grecque en marbre réalisé par un sculpteur resté anonyme, la Vénus de Milo est datée vers 120 avant J.-C. La perte des bras et l’absence d’éléments distinctifs ne permettent pas d’être certain de l’identité de la déesse représentée : ce pourrait être également Amphitrite, déesse de la mer, particulièrement vénérée à Milo. La statue a été réalisée en deux blocs sculptés à part : les jambes drapées jusqu’aux hanches et le buste nu avec la tête. Cette technique est caractéristique des ateliers de sculpteurs actifs à Rhodes et dans les Cyclades à la fin de l’époque hellénistique (330-30 avant J.-C.) au moment où les Romains conquièrent la Grèce.
Dans sa nouvelle salle, la plus grande du secteur (214 m²), la Vénus de Milo est entourée de certains des fragments découverts en même temps qu’elle : un fragment de main avec une pomme, des fragments de bras d’une taille supérieure, un petit pied (qui n’est pas son pied gauche), ainsi que trois piliers hermaïques, bornes de forme rectangulaire terminées par une tête. Il faut noter que ces fragments ne constituent pas un ensemble homogène et ont été réalisés dans des marbres différents ; il est vraisemblable qu’ils aient été rassemblés pour fabriquer de la chaux.Dans les autres niches sont évoquées l’iconographie d’Aphrodite à l’époque hellénistique et les techniques de la sculpture contemporaine qui permettent de dater la statue vers 120 avant J.-C.
> La nouvelle présentation des collections d'art grec a été l'occasion de restaurer la Vénus de Milo... Jean-Luc Martinez, Directeur du département des antiquités grecques, étrusques et romaines nous en parle dans le dernier numéro de Grande Galerie, le Journal du Louvre. Pour lire l'article, téléchargez le pdf ci-dessous Les secrets de la Vénus de Milo.
> Un conte animé sur www.louvre.fr. Cliquez sur la trappe ou sur le personnage qui s'agite au centre de la page d'accueil. En ouvrant d’un clic le livre posé sur le bureau, choisissez « La Vénus surgie de terre » et vous voilà en 1820 sur l’île grecque de Milo.> Retrouvez également toutes les étapes de la réinstallation des salles racontée par la Vénus de Milo elle-même, sur son blog : leblogdelavenus.blogspot.com












